Setembro: o mês da Amazônia

Amanhã começa o mês de setembro, um período muito especial, pois comemoramos o mês da nossa floresta Amazônica.

A data em questão é o dia 05/09, e busca voltar a atenção da população para uma das maiores reservas naturais do planeta. Essa data foi escolhida por coincidir com a data de criação da província do Amazonas, em 1850, por D. Pedro II.


A Amazônia, maior bioma do Brasil, possui aproximadamente sete milhões de quilômetros quadrados, distribuídos em nove países da América do Sul, e é o habitat de inúmeras espécies de seres vivos. Estima-se que existam cerca de 40 mil espécies de plantas, milhões de diferentes insetos e cerca de 400 mamíferos. Além disso, a Amazônia é uma grande fonte de matérias-primas utilizadas na medicina, na alimentação e em outras atividades comerciais.


A floresta Amazônica corresponde a uma cobertura vegetal equatorial que ocupa cerca de 40% do território brasileiro, além de abranger porções dos territórios da Venezuela, Colômbia, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa.


No Brasil, a floresta Amazônica ocupa praticamente toda a região norte, especialmente nos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Acre, Roraima e Rondônia, além do norte do Mato Grosso e oeste do Maranhão.


Na região da floresta Amazônica o clima predominante é o equatorial, devido à proximidade com a linha do equador, em plena zona intertropical da Terra. Essa característica climática resulta em temperaturas elevadas e altos índices pluviométricos e praticamente não apresenta período de estiagem.


Fatores como calor e umidade são determinantes para explicar a enorme biodiversidade presente na floresta Amazônica.


A floresta, aparentemente, é homogênea. No entanto, são identificadas certas particularidades vegetativas, além do relevo no qual está estabelecida.


Apesar de o Ministério do Meio Ambiente afirmar que nos últimos dez anos o desmatamento caiu, a Amazônia ainda tem vivido uma intensa destruição. São comuns os relatos de derrubada das árvores para extração de madeira, grandes áreas destruídas pela mineração e criação de hidrelétricas, além de grandes extensões devastadas para a criação de pastos e desenvolvimento da agricultura, como é o caso das plantações de soja.


A destruição da Amazônia afeta principalmente a biodiversidade. Com a perda de espécies, os seres humanos também são afetados, uma vez que os seres vivos extintos eram utilizados economicamente ou para consumo humano, principalmente pelas comunidades tradicionais da região.


Além da perda de biodiversidade, a destruição da Amazônia afeta o equilíbrio climático de todo o planeta, pois altera as chuvas no país e no restante da América Latina. Além disso, a devastação da Amazônia, que é um grande reservatório de carbono, também pode causar a liberação desse elemento para a atmosfera.


Para deter a destruição desse importante patrimônio natural, é fundamental o uso sustentável dos recursos e também a redução radical do desmatamento. Outro ponto importante, é criar áreas de conservação e investir em fiscalização das terras para impedir que as leis sejam descumpridas.


Algumas organizações não governamentais atuam na Amazônia para evitar a sua destruição. Entre essas ONGs, podemos citar a WWF-Brasil (World Wildlife Fund) e o Greenpeace


A Souy Eco-Friendly preparou, para este mês, uma seleção de produtos especiais feitos à mão, por povos indígenas e artistas que vivem na região do Amazonas. Contribua para a sustentabilidade das etnias Amazônicas e as mantenha vivas e fortalecidas.


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O consumo consciente faz bem para o nosso corpo e para nossa alma.


Até logo!


Texto: Vanessa Sardinha dos Santos, para o Mundo Educação.

Fonte: Mundo Educação

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